O provérbio tradicional – “Tudo que é bom dura pouco” – não é correto.
A prova está aqui mesmo, no “Contando História”.

Sete anos e milhares de palavras
Carlinhos foi o precursor, mas outros tantos escritores e/ou jornalistas vieram formar a seleção que até hoje abrilhanta o Contando História.
São sete anos de ótimas histórias, criadas ou reais, fortes, divertidas, amáveis, agradáveis, escrevinhadas por sete escribas, entre eles me incluo.

Coisas MAIORES
Há que se destacar a importância desta iniciativa, não só pelo prazer da leitura e variedade dos temas tratados, como também pela oportunidade de rever ou conhecer o trabalho de alguns colegas de redação.



