Vejo nos sites de notícias, sem nenhum destaque, que a mandante do assassinato dos pais, a criminosa Suzane von Richttofen, se tornou Inventariante da fortuna de R$ 5 milhões do tio Miguel Abdalla Neto, encontrado morto em casa. 

Tudo porque o irmão, Andreas, não se manifestou e a prima Carmem Silvia González Magnani não conseguiu comprovar união estável com Abdalla.

É o que diz a lei: a herança precisa ser administrada por um parente vivo, no caso, a criminosa ou seu irmão. 

No Brasil e em outros países, as leis são aprovadas por parlamentares, a maioria corrupta e bandida, que vive de privilégios pagos pelo povo. 

Como mudar isso? Usando nosso direito ao voto e pesquisando muito sobre os candidatos que escolhermos.

Infelizmente, ainda estamos distantes do ideal. Deveras distantes. Cada vez mais, o povo se deixa levar por doações de mixarias e por mentiras que circulam na Internet. Mentiras frequentes, devido à falta de regulamentação – a cargo dos mesmos parlamentares corruptos e bandidos – e ao domínio total das big techs por empresários sem compromisso com a verdade.

O mundo, como o conheci, só tende a ficar pior, com criminosos votando, sendo votados e ganhando milhões, sem fazer nenhum esforço. 

E o caso da criminosa Suzane é apenas um dos milhares que existem.

Célia Bretas Tahan

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